
Férias do EU…
Como, onde e com quem repousamos durante as nossas merecidas férias? Será que as nossas relações também fazem férias? Ou será que elas vivem das, nas e para as férias?
Numa altura de “Vá para fora cá dentro”, ou não… talvez valha a pena deixar aqui uma pequena reflexão.
Parece-me que em período de férias devemos ir para fora cá dentro, ou seja, devemos aproveitar os destinos de verão para conhecer outras culturas mas também, ir igualmente para fora de nós mesmos e redescobrir o nosso eu. Isto claro está, depois de se fazer uma “mala” devidamente arrumada que nos permita viajar de forma segura...
Afinal esta partida para um “outro” eu, é o que acontece em todas as nossas férias!? É motivo para perguntar se já fez férias de si mesmo, e já agora, quais foram o/s destino/s escolhido/s nessas férias? Quais foram os preferidos? Quais os que mais desapontaram?
E como planeamos externamente para as férias “coisas” diferentes, em sítios diferentes, com pessoas diferentes… tudo o que é externo é novo. De igual modo, será que toda esta vivência (de ir para fora cá dentro) é igualmente nova internamente? Talvez pelo menos enquanto formos capazes de redescobrir “coisas” novas e desconhecidas no nosso eu de férias, e obviamente enquanto o trabalho o permitir e as férias durarem.
Que viagem estranha esta que se pretende fazer para longe do nosso eu.
Esta viagem poderá por momentos fazer com que o eu que aguarda o nosso regresso, repouse até que um novo eu, regresse da sua viagem “turística” que tal como todas as viagens terá associado um determinado período temporal, espacial e pessoal.
O tempo, esse faz da vontade de regressar ao nosso eu, um destino tão desejado como o foi o destino da partida. Paradoxalmente o mesmo tempo se encarregará de nos proporcionar posteriormente, uma vontade de partir novamente…
Boas Férias!
Numa altura de “Vá para fora cá dentro”, ou não… talvez valha a pena deixar aqui uma pequena reflexão.
Parece-me que em período de férias devemos ir para fora cá dentro, ou seja, devemos aproveitar os destinos de verão para conhecer outras culturas mas também, ir igualmente para fora de nós mesmos e redescobrir o nosso eu. Isto claro está, depois de se fazer uma “mala” devidamente arrumada que nos permita viajar de forma segura...
Afinal esta partida para um “outro” eu, é o que acontece em todas as nossas férias!? É motivo para perguntar se já fez férias de si mesmo, e já agora, quais foram o/s destino/s escolhido/s nessas férias? Quais foram os preferidos? Quais os que mais desapontaram?
E como planeamos externamente para as férias “coisas” diferentes, em sítios diferentes, com pessoas diferentes… tudo o que é externo é novo. De igual modo, será que toda esta vivência (de ir para fora cá dentro) é igualmente nova internamente? Talvez pelo menos enquanto formos capazes de redescobrir “coisas” novas e desconhecidas no nosso eu de férias, e obviamente enquanto o trabalho o permitir e as férias durarem.
Que viagem estranha esta que se pretende fazer para longe do nosso eu.
Esta viagem poderá por momentos fazer com que o eu que aguarda o nosso regresso, repouse até que um novo eu, regresse da sua viagem “turística” que tal como todas as viagens terá associado um determinado período temporal, espacial e pessoal.
O tempo, esse faz da vontade de regressar ao nosso eu, um destino tão desejado como o foi o destino da partida. Paradoxalmente o mesmo tempo se encarregará de nos proporcionar posteriormente, uma vontade de partir novamente…
Boas Férias!

